Artistas: Coletivo Tríptico (Sator, Senk e Caligrapixo) | Formato: A2 | Técnica: Gravura | Ano: 2026
Obra colaborativa do Coletivo Tríptico — a exposição em cartaz na Galeria Alma da Rua, São Paulo.
Esta gravura A2 é resultado direto do encontro entre três linguagens visuais distintas e complementares: o abstrato geométrico e estrutural de Sator, o universo surreal e orgânico de Senk e a tipografia urbana e gestual de Caligrapixo. Juntos, os artistas criam uma nova gramática visual onde camadas de linguagem se atravessam e se equilibram em um mesmo plano.
Fundado em 2018 em São Paulo, o Coletivo Tríptico é uma plataforma de experimentação dentro das novas linguagens gráficas e visuais urbanas. Nesta obra, a autoria coletiva é o próprio conceito central: é no atrito, na troca e na escuta entre os artistas que emerge a obra final.
Cada peça é um território compartilhado onde a arte se manifesta como relação, processo e transformação. Uma obra única que preserva, ao mesmo tempo, a identidade de cada gesto.
Palavras-chave: Coletivo Tríptico, Sator, Senk, Caligrapixo, gravura, arte urbana, street art, arte colaborativa, Galeria Alma da Rua, São Paulo, arte contemporânea brasileira
Gravura Original - Tríptico (Sator, Senk e Caligrapixo)
Sator investiga o abstrato geométrico a partir de uma prática rigorosa e meticulosa, ancorada no legado da arte concreta. Suas composições exploram ordem, ritmo e precisão, construindo estruturas visuais que operam no limite entre equilíbrio e tensão, propondo uma leitura sensível e expandida do espaço pictórico dentro do campo da arte contemporânea.
Senk, com seu universo surrealista e orgânico, constrói personagens que carregam narrativas próprias, quase autônomas, como se existissem independentemente da obra. Suas figuras transitam entre o imaginário e a memória, conectando o urbano a referências ancestrais e rurais do Vale do Jequitinhonha. Cada forma, cada corpo e cada expressão sugere histórias abertas, que se desdobram no olhar do espectador.
Caligrapixo transforma a escrita em gesto e estrutura visual, desenvolvendo uma pesquisa singular sobre a tipografia urbana paulistana. Sua prática se dá como intervenção direta na cidade, onde letra, ritmo e arquitetura se fundem, tensionando a percepção do espaço público e seus códigos.


















