Obra Original em Técnica Mista – Tríptico (Sator, Senk e Caligrapixo)
Uma obra colaborativa de médio formato (63 x 63 cm) em técnica mista sobre canvas, produzida em 2025. Neste trabalho, as três linguagens do Coletivo Tríptico se encontram em um formato compacto e de alto impacto: a geometria de Sator, a expressividade orgânica de Senk e o gesto tipográfico de Caligrapixo.
Ficha Técnica:
- Artistas: Sator, Senk e Caligrapixo (Coletivo Tríptico)
- Técnica: Técnica mista
- Suporte: Canvas
- Dimensões: 63 x 63 cm
- Ano: 2025
- Obra original e única
Sobre o Coletivo Tríptico: Desde 2018 em São Paulo, o Tríptico consolida-se como referência na arte urbana colaborativa brasileira. Suas obras são espaços de convergência entre rua e galeria, controle e espontaneidade.
Ideal para: Apartamentos, escritórios criativos, colecionadores em busca de arte urbana autêntica em médio formato. Excelente para primeiros investidores em arte contemporânea.
Palavras-chave: arte urbana, técnica mista, canvas, médio formato, coletivo artístico, street art, São Paulo, obra original, arte contemporânea brasileira.
Díptico em Técnica Mista sobre Canvas - Tríptico (Sator e Caligrapixo)
Sator investiga o abstrato geométrico a partir de uma prática rigorosa e meticulosa, ancorada no legado da arte concreta. Suas composições exploram ordem, ritmo e precisão, construindo estruturas visuais que operam no limite entre equilíbrio e tensão, propondo uma leitura sensível e expandida do espaço pictórico dentro do campo da arte contemporânea.
Senk, com seu universo surrealista e orgânico, constrói personagens que carregam narrativas próprias, quase autônomas, como se existissem independentemente da obra. Suas figuras transitam entre o imaginário e a memória, conectando o urbano a referências ancestrais e rurais do Vale do Jequitinhonha. Cada forma, cada corpo e cada expressão sugere histórias abertas, que se desdobram no olhar do espectador.
Caligrapixo transforma a escrita em gesto e estrutura visual, desenvolvendo uma pesquisa singular sobre a tipografia urbana paulistana. Sua prática se dá como intervenção direta na cidade, onde letra, ritmo e arquitetura se fundem, tensionando a percepção do espaço público e seus códigos.


















